A questão do aleitamento materno, não é somente biológica, mas é histórica, social e psicologicamente delineada. A cultura, a crença e os tabus têm influenciando de forma crucial a sua prática.
Para os 140 milhões de bebês que vêm ao mundo a cada ano, a amamentação tem um papel extremamente importante como forma de garantia de segurança alimentar.
O objetivo desta comunicação é discutir a relação entre a segurança alimentar e os alimentos geneticamente modificados.
O texto fala sobre a campanha "1billionhungry" (um bilhão com fome), lançada em junho de 2010, pela FAO com a participação de várias entidades no Brasil.
Entramos no novo milênio com 1,2 bilhão de pessoas em todo o planeta (incluindo mais de 500 milhões de crianças) vivendo abaixo da linha de pobreza, definida pela ONU (Organização das Nações Unidas) como sendo pessoas que vivem com menos de 1 dólar/dia, o que seria o mínimo necessário para a sobrevivência. Segundo o estudioso norte-americano Phillip Harten, de cada 100 pessoas no mundo, 13 passam fome diariamente.
A Segurança Alimentar e Nutricional Sustentável passa pela implementação de estilos de Agricultura Sustentável baseados nos princípios da ciência Agroecologia. Uma verdadeira modernização da agricultura exige que os princípios de manejo dos recursos naturais e a seleção de tecnologias usadas no processo produtivo sejam o resultado de uma nova forma de aproximação e integração entre a Ecologia e a Agronomia.
Este é um termo que vem ganhando sua amplitude na mídia e na forma de projetos no Brasil. Em outros países como a Suécia, Bélgica e Alemanha, a alimentação sustentável já faz parte do cotidiano da população, assim como outras ações de consumo ditas conscientes. Ora, se 20 a 30% dos impactos ambientais destes países são provenientes da alimentação, nada mais óbvio do que classificá-la como prioritária!